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'O Pix é do Brasil’: Lula rebate Trump e diz que sistema não será alterado

Presidente afirma que sistema pode ser aprimorado, mas não sofrerá mudanças por pressão externa

'O Pix é do Brasil’: Lula rebate Trump e diz que sistema não será alterado
'O Pix é do Brasil’: Lula rebate Trump e diz que sistema não será alterado (Foto: Reprodução)

O  presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (02) que o Pix não será modificado por pressão externa, após críticas feitas pelos Estados Unidos ao sistema de pagamentos brasileiro.

A declaração foi dada durante agenda em Salvador (BA) e ocorre em meio à repercussão de um relatório do USTR, que aponta o sistema digital de pagamentos brasileiro como uma possível barreira aos interesses comerciais americanos.

Lula reage a críticas de líder norte-americano

Sem citar diretamente medidas concretas, o presidente do Brasil mencionou críticas atribuídas ao presidente Donald Trump sobre o impacto do sistema no comércio internacional.

"O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar”, afirmou o presidente.

Segundo Lula, o sistema pode até ser aprimorado, mas não sofrerá alterações por pressão de outros países.

Relatório dos EUA cita Pix como barreira

O documento do USTR aponta que sistema criado e operado pelo Banco Central pode favorecer a plataforma pública em relação a empresas estrangeiras do setor de pagamentos.

Além disso, o relatório também menciona: propostas de regulação de plataformas digitais, ampliação de poderes do Cad e a chamada “taxa das blusinhas”.

Na avaliação americana, essas medidas podem prejudicar empresas dos Estados Unidos.

Governo brasileiro nega impacto negativo

O vice-presidente Geraldo Alckmin também saiu em defesa do sistema e afirmou que o Pix “é um sucesso” e não representa problema nas relações comerciais.

Ele destacou ainda que os Estados Unidos mantêm superávit na balança com o Brasil, reforçando que o país não é um entrave econômico.

Debate envolve comércio e tecnologia


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Foto: Imagem ilustrativa gerada pela IA/ND Mais

A inclusão no relatório americano ocorre no contexto de uma investigação comercial baseada na chamada Seção 301, que pode embasar tarifas contra produtos brasileiros.

*Com informações do Poder 360 e Estadão Conteúdo.

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